Quando o assunto é sexo, qualquer que seja o tema, sempre
existem motivos para se criar polêmicas. Nesse contexto o sexo anal ainda é um
dos mais controvertidos. Talvez por ser a última barreira, o “último” tabu a
ser derrubado.
Para começar não faz
mal a saúde, não provoca gravidez, e, desde que praticado com cuidados
especiais, e de comum acordo, pode ser uma forma prazerosa de dar e receber
entre casais homo ou heterossexuais. Saiba mais sobre as relações visitando-nos.
Entre os homens é de
grande popularidade e há aqueles que dizem ser sua modalidade preferida. Entre
as mulheres há controvérsias.
Algumas dizem que gostam e que é sua modalidade preferida.
Outras dizem que é dolorido, desconfortável, praticando-o discretamente (apenas
para agradar ao parceiro) ou simplesmente não o praticam. Há quem não o faz por
achar “nojento” revelando suas crenças e valores culturais.
Como o próprio nome diz é aquele que é feito no ânus, então
que tal conhecê-lo melhor.
Antes de começar é necessário uma boa higienização do local,
afinal de contas a mucosa anal e o reto (porção final sistema digestivo, por
onde passam as fezes) são locais contaminados, principalmente, por bactérias
que podem provocar infecções, bem como uma série de DSTs, além da AIDS e
Hepatite B. Portanto o uso da CAMISINHA é OBRIGATÓRIO.
A mucosa retal é mais
fina, menos lubrificada que a da vagina. Além disso a musculatura anal tem
dilatação menor que a vaginal. É indispensável o uso de lubrificante (não
economize) para que a relação seja mais agradável, com o mínimo ou sem nenhuma
dor.
A dor
durante a relação anal tem as mesmas causas da vagina: falta de lubrificação e
de alto nível de tensão. Assim o medo da dor, a incerteza se deve prosseguir ou
não, não estar à vontade com o parceiro (a) ou com vontade de fazê-lo são
fatores que impossibilitam o relaxamento tão necessário para uma relação com o
mínimo de prazer.
O canal
anal é bem curto aproximadamente 3 cm. Por apresentar algumas formações
essências ao funcionamento intestinal possui dois esfíncteres, sendo um interno
(de controle involuntário) e um externo (de controle voluntário). Especialistas
dizem que o esfíncter externo é mais fácil e o primeiro a relaxar. Já o interno
necessita de maior tempo para relaxar por isso deve se esperar um tempo antes
de completar a penetração, seja com o pênis, dildos, vibradores ou “butt plug”.
Segundo especialistas quando o esfíncter interno não está relaxado o ânus
poderá sofrer uma contração reflexa durante a penetração resultando em muita
dor.
A forma como uma
pessoa encara sua sexualidade e isso inclui a forma de pensar sobre o sexo,
devem ser respeitados sempre. Seus valores fazem parte de seu aprendizado.
Portanto se ela (ele) acha que o sexo anal é pecado, ou nojento, o (a)
parceiro(a) deve respeitar tal crença.
Enfim, para se
praticar sexo anal existe algumas regras que não podem ser esquecidas:
camisinha, muito lubrificante, muito cuidado, e acima de tudo, muito carinho.

